Todos os Direitos Reservados Encaminhe Certo | Soluções Sustentáveis
Encaminhe Certo | Vamos falar em eficiência energética?
15021
post-template-default,single,single-post,postid-15021,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1300,side_area_uncovered_from_content,footer_responsive_adv,qode-content-sidebar-responsive,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-13.4,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive

Vamos falar em eficiência energética?

Investir em fontes sustentáveis de produção de energia representa um grande custo-benefício, além de promover autonomia aos consumidores e diminuir os impactos ao Meio Ambiente.

Basta uma pequena análise na rotina diária para percebermos que o consumo de energia elétrica aumentou. O uso de novas tecnologias na busca por conforto e agilidade nas tarefas diárias facilita o dia a dia de quem não tem tempo a perder, mas também reflete o aumento constante no valor da fatura de energia elétrica. Nesse cenário, buscar alternativas sustentáveis para otimizar o consumo de energia elétrica vai além do custo-benefício, mas pode ser a solução para quem desejar não ter problemas com o abastecimento de energia no futuro.

O engenheiro e especialista em Engenharia Elétrica, Arlindo Cesar Scoz, explica que os conceitos de energia sustentável e eficiência energética estão diretamente relacionados. “A energia sustentável provem de fontes renováveis como a vegetal, eólica, fotovoltaica, hidráulica, dentre outras. E a eficiência energética é a relação entre o que se gasta de energia e a eficiência do resultado obtido”, esclarece.

O especialista defende que as fontes de energias consideradas renováveis são tendências para o futuro. “A grande vantagem é que elas são de produção local, enquanto as provenientes do petróleo estão sob o controle de grandes empresas”. Segundo ele, no Brasil as maiores fontes renováveis no segmento são a eólica, que transforma a energia do vento em energia útil, e fotovoltaica, produzida a partir da luz solar.

No caso das fontes fotovoltaicas, Cesar avalia que o alto índice de insolação no Brasil viabiliza desde as pequenas até as grandes instalações no segmento, mas orienta que é necessário fazer uma avaliação das condições locais. “As pequenas obras estão dentro do alcance econômico de pequenos empresários, portanto com menor custo de investimentos se produz energia. A relação custo-benefício está condicionada as condições locais: para a região situada próximo a Bolívia o gás natural é uma boa opção, enquanto no norte do país a energia eólica é a mais viável”, exemplifica.

Economia e respeito ao meio ambiente
Na região, a empresa Encaminhe Certo é referência em projetos que aliam sustentabilidade e eficiência em construções, reforma e operações de empresas de diferentes portes e segmentos, focando em soluções tecnológicas e práticas para o melhor uso de recursos naturais.  “O que mais prezamos em nossos projetos de eficiência energética é a otimização do consumo e da tecnologia utilizada. Com a troca das lâmpadas convencionais para as de LED, por exemplo, conseguimos uma redução de energia que chega a ser de 20% a 85%, reduzindo o valor da conta e gerando ganho na qualidade de vida”, destaca do diretor de Desenvolvimento Sustentável da empresa, Átila Reis.

O diretor ainda salienta que a instalação de uma mini usina de placas fotovoltaicas é uma opção viável para melhor economia e aproveitamento de energia. “Os benefícios são imediatos, pois já num primeiro momento reduzimos a carga de uso, substituindo as lâmpadas convencionais pela de LED, o que resulta num projeto com custo menor. No período de um ano e meio até cinco anos ele se paga”, argumenta.

Para Cesar, essa é uma opção economicamente atrativa. “Não há custo de manutenção e todo equipamento é automatizado, sem necessidade de mão de obra. Há bancos que financiam até com juro zero esse tipo de investimento que consideram seguros, sem riscos, e com o efeito colateral de obter-se créditos de carbono compensatórios de atividades poluentes. Isto já e uma tendência mundial”, pontua Cesar.

Tendência para o futuro

Átila acredita que o futuro depende de iniciativas sustentáveis para a produção de energia, além da popularização da tecnologia de LED. “Estamos escravos de energias que elevam seus valores a cada dia e estão cada vez mais difíceis de serem geradas. Hoje temos parcerias financeiras que ajudam as pessoas a realizarem esse sonho de gerar a sua própria energia e não ter mais surpresas em suas contas”, argumenta. Hoje o custo dessa mudança é muito baixo, se colocarmos na “ponta do lápis” a vida útil do material e não necessidade de manutenção em pequeno prazo. Além disso, quando precisar ser descartado o resíduo é considerado eletrônico, o que não representa perigo, sem contar a qualidade de vida, pois a pessoa não vive exposta a lâmpadas convencionais, que prejudicam a pele”.

Gerando energia

O Ministério de Minas e Energia lançou no final de 2015 o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), que visa estimular consumidores a gerar energia, através de fontes renováveis, dentre elas a fotovoltaica. De acordo com a nota divulgada, a geração distribuída traz benefícios para o consumidor e para o setor elétrico, uma vez que reduz a necessidade de estrutura de transmissão elétrica e evita perdas. Até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residências, comércios, indústrias e no setor agrícola, podendo evitar 29 milhões de toneladas de CO² na atmosfera.

Ainda no final do ano passado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou uma resolução de incentivo à geração de energia pelos consumidores. A partir de março, residências, comércios e indústrias terão a oportunidade de transferir valores fixos de energias renováveis para outros consumidores, sendo pagos pela energia gerada.

Discutir é importante

Encontrar e incentivas alternativas sustentáveis em diversos segmentos tem sido o foco constante de campanhas, eventos e discussões da Acibalc. Em julho de 2015, o 4º Encontro Empresarial teve como tema sustentabilidade. Na oportunidade, Mauro Passos, presidente do Instituto ideal e referência nacional em fontes alternativas de produção de energia, conversou com os participantes. O instituto trabalha com projetos de desenvolvimento de energias renováveis e de políticas de integração energética na América Latina. Ele defende o grande potencial econômico, técnico e ambiental como incentivo à produção desse tipo de energia.

Via ACIBALC